1 - James Mood - EUA Jazz
2 - Bob Berg - EUA - New York Jazz Modern
3 - Phil Woods - EUA Jazz
4 - Ornette Coleman - EUA Free Jazz
5 - Grover Washington Jr. - EUA Smoth-Jazz
6 - Pixinguinha - Brasil Choro - Alfredo da Rocha Vianna Filho, conhecido como Pixinguinha (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 — Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1973), foi um maestro, flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro. Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira. Contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva. Pixinguinha integrou o famoso grupo Caxangá, com Donga e João Pernambuco. A partir deste grupo, foi formado o conjunto Oito batutas, muito ativo a partir de 1919. Na década de 1930 foi contratado como arranjador pela gravadora RCA Victor, criando arranjos celebrizados na voz de cantores como Francisco Alves ou Mário Reis. No fim da década foi substituído na função por Radamés Gnattali. Na década de 1940 passou a integrar o regional de Benedito Lacerda, passando a tocar o saxofone tenor. Algumas de suas principais obras foram registradas em parceria com o líder do conjunto, mas hoje se sabe que Benedito Lacerda não era o compositor, mas pagava pelas parcerias.
Quando compôs "Carinhoso", entre 1916 e 1917 e "Lamentos" em 1928, que são considerados alguns dos choros mais famosos, Pixinguinha foi criticado e essas composições foram consideradas como tendo uma inaceitável influência do jazz, enquanto hoje em dia podem ser vistas como avançadas demais para a época. Além disso, "Carinhoso" na época não foi considerado choro, e sim uma polca.[carece de fontes] Outras composições, entre centenas, são "Rosa", "Vou vivendo", "Lamentos", "1 x 0", "Naquele tempo" e "Sofres porque Queres".
7 - Joe Farrel - EUA Pop
8 - Stanley Turrentine - EUA Jazz
9 - Ernie Wattz - EUA Jazz-Pop
10 - David Samborn - EUA Funk-Jazz
11 - Eric Dolph - EUA Vangard-Jazz
12 - Michael Brecker - EUA Modern Jazz - Michael Brecker (Filadélfia, 29 de Março de 1949 - 13 de Janeiro de 2007) foi um saxofonista de jazz da era pós-Coltrane. Ganhou onze Grammys como músico e compositor, e postumamente ainda recebeu o prêmio mais quatro vezes, totalizando quinze Grammy Awards na carreira.
A maioria do trabalho inicial de Brecker é marcado por uma abordagem baseada tanto nas guitarras de rock quanto por saxofones do R&B. Após Dreams, ele trabalhou com Horace Silver e com Billy Cobham mais uma vez antes de se unir novamente com seu irmão Randy para formar a banda Brecker Brothers. A banda seguiu as tendências jazz-rock da época, mas com muito mais atenção aos arranjos estruturados, uma pesada backbeat, e uma forte influência rock. A banda permaneceu junta de 1975 a 1982 com sucesso e musicalidade consistentes, embora Brecker não pudesse dedicar-se a fazer longas turnês com esta banda, pois isso atrapalharia sua carreira como músico de estúdio.
Ao mesmo tempo, Brecker deixava sua marca como solista em numerosas gravações pop e rock. Suas mais notáveis colaborações incluem aqueles com James Taylor, Paul Simon, Steely Dan, Lou Reed, Donald Fagen, Dire Straits, Joni Mitchell, Eric Clapton, Aerosmith, Frank Sinatra, Frank Zappa, Bruce Springsteen e Parliament-Funkadelic. Durante o início de 1980 ele foi também um membro da banda NBC's Saturday Night Live.
Com grande demanda como sideman, Brecker também gravava ou tocava com as principais figuras do jazz na sua época, incluindo Herbie Hancock, Chick Corea, Chet Baker, George Benson, Quincy Jones, Charles Mingus, Jaco Pastorius, McCoy Tyner, Pat Metheny, Elvin Jones, Claus Ogerman e muitos outros.
Após a co-liderança do grupo de estrelas Steps Ahead com Mike Mainieri, Brecker finalmente gravou um álbum solo em 1987. Seu disco de debut ficou marcado como um retorno para uma configuração de jazz mais tradicional, destacando seu talento como compositor e apresentando o EWI (Electronic Wind Instrument ou Instrumento Eletrônico de Sopro), com que já tinha tocado no Steps Ahead. Ele continuou a gravar álbuns em toda a década de 1990 e 2000, ganhando vários Grammy Awards. Suas turnês solo ou em grupo ou mesmo em festivais apresentadas nas principais cidades do mundo geralmente tinham ingressos esgotados.
No que tange a equipamento sua configuração preferida consistia de um saxofone tenor da Selmer Company Mark VI e uma boquilha Dave Guardala altamente personalizada, também utilizava um saxofone Selmer Super Balanced Action.
Em 11 de fevereiro de 2007, Michael Brecker foi premiado postumamente com dois prêmios Grammy por sua participação no trabalho de seu irmão, o álbum Some Skunk Funk.
Em 22 de maio de 2007, sua última gravação, Pilgrimage, foi lançada recebendo uma boa resposta da crítica. Ela foi gravado em agosto de 2006, com Pat Metheny na guitarra, John Patitucci no baixo, Jack DeJohnette na bateria e Herbie Hancock e Brad Mehldau no piano. Brecker estava seriamente debilitado quando nas gravações, mesmo assim os outros músicos envolvidos elogiaram bastante o padrão de sua musicalidade. Brecker foi novamente nomeado postumamente e agraciado com mais dois Grammy Awards por este álbum nas categorias de Melhor Solo Instrumental e Melhor Álbum Instrumental de Jazz, Individuais ou de Grupo, elevando assim o seu total a 15 prêmios Grammy.
13 - Dave Liebman - EUA Vangard-Jazz
14 - Paquito D´Rivera - Cuba Latin-Jazz
15 - Joshua Redman - EUA Modern Jazz
16 - Familia dos Saxellos